Em casa, um cão tem contato limitado com agentes infecciosos. Em ambientes coletivos, o cenário muda: o contato é maior, e a vacinação se torna a principal barreira de proteção.
Contato aumenta o risco
Em creches, hotéis e parques, os cães compartilham ar, água, brinquedos e superfícies. Doenças respiratórias e virais se espalham com facilidade.
Proteção individual
A vacina prepara o sistema imunológico do cão para reagir mais rápido a uma doença, reduzindo a chance de adoecer e a gravidade.
Proteção coletiva
Quando quase todos os cães de um grupo estão vacinados, a circulação das doenças diminui. Isso protege também quem tem imunidade mais frágil, como filhotes e idosos.
Uma falha afeta todos
Basta um cão doente e não vacinado para colocar o grupo em risco. Por isso, creches responsáveis não abrem exceções.
Vacinas mais importantes nesses ambientes
- Polivalente (V8 ou V10);
- Antirrábica;
- Vacina contra a tosse dos canis.
Além da vacina
- Vermifugação;
- Controle de pulgas e carrapatos;
- Afastamento de cães com sintomas;
- Higiene do ambiente.
Menos cães, menos risco
O número de cães no mesmo ambiente também influencia a circulação de doenças. Ambientes com número reduzido de pets, como o do Incas Pet Creche e Hotel, em Mogi das Cruzes, somam essa vantagem às exigências de saúde.
Perguntas frequentes
Por que a creche não aceita exceções?
Porque um único cão sem vacina pode colocar todo o grupo em risco.
Cão que nunca sai de casa precisa de vacina?
Sim. Agentes podem chegar pelo tutor, por visitas e pelo ambiente.
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Ficou com alguma dúvida?
Nossa equipe explica com calma como funcionam o teste, a adaptação e a rotina do Incas Pet Creche e Hotel, em Mogi das Cruzes.

